{"id":4801,"date":"2016-06-27T15:47:37","date_gmt":"2016-06-27T18:47:37","guid":{"rendered":"https:\/\/grupociatos.com.br\/?p=4801"},"modified":"2016-06-27T15:47:37","modified_gmt":"2016-06-27T18:47:37","slug":"incidencia-pis-cofins-receiras-provenientes-locacao-bens-moveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.grupociatos.com.br\/?p=4801","title":{"rendered":"INCID\u00caNCIA PIS E COFINS SOBRE RECEITAS PROVENIENTES DE LOCA\u00c7\u00c3O DE BENS M\u00d3VEIS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A base de c\u00e1lculo das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins \u00e9 \u00a0o faturamento mensal do contribuinte, assim considerado a receita bruta das vendas de mercadorias de servi\u00e7o de qualquer natureza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir de 01\/02\/99, a cobran\u00e7a do PIS e da Cofins foi alterada pela Lei n\u00b0 9.718\/98, que disp\u00f4s, no \u00a71\u00b0 do art. 3\u00b0, que faturamento \u00e9 \u00a0<em>\u201c<\/em><em>receita bruta a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jur\u00eddica, sendo irrelevantes o tipo de atividade por ela exercida e a classifica\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil adotada para as receitas\u201d.\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ocorre que, em 09\/11\/05 a conjuga\u00e7\u00e3o dos entendimentos perfilhados pelo Supremo Tribunal Federal no \u00e2mbito dos Recursos Extraordin\u00e1rios n\u00bas 357.950\/RS, 358.273\/RS, 390.840\/MG e 346.084-6\/PR, envolvendo a base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins introduzida pela <em>\u00a0<\/em>Lei n\u00b0 9.718\/98, considerando, por 6 votos a 4, a inconstitucionalidade do \u00a7 1\u00ba, do artigo 3\u00ba, da Lei 9.718\/98.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com base neste julgamento ficou definido que faturamento mensal\/receita bruta decorre da venda de mercadorias, quer da venda de mercadorias e servi\u00e7os, quer da venda de servi\u00e7os, n\u00e3o se considerando receita bruta de natureza diversa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Posteriormente, atrav\u00e9s da Lei n\u00b0 10.637\/02, aplic\u00e1vel a partir de 01\/12\/02, foi institu\u00eddo o PIS n\u00e3o cumulativo e, atrav\u00e9s da\u00a0 Lei n\u00b0 10.833\/03, a Cofins n\u00e3o cumulativa, aplic\u00e1vel a partir de 01\/02\/04. A base de c\u00e1lculo do PIS e Cofins n\u00e3o cumulativa j\u00e1 est\u00e3o amparadas pela EC n\u00b0 20\/98, n\u00e3o estando viciadas por inconstitucionalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir da vig\u00eancia das leis 10.637\/02 e 10.833\/03 a base de c\u00e1lculo do PIS e da Cofins passou a ser <em>\u201c<\/em><em>o total das receitas auferidas no m\u00eas pela pessoa jur\u00eddica, independentemente de sua denomina\u00e7\u00e3o ou classifica\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disto, o par\u00e1grafo primeiro do art. 1\u00b0 destas leis estabeleceu que <em>\u201c<\/em><em>o total das receitas compreende a receita bruta de que trata o\u00a0<\/em><em>art. 12 do Decreto-Lei n<sup>o<\/sup>\u00a01.598, de 26 de dezembro de 1977<\/em><em>, e todas as demais receitas auferidas pela pessoa jur\u00eddica com os respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o\u00a0<\/em><em>inciso VIII do caput\u00a0do art. 183 da Lei n<sup>o<\/sup>\u00a06.404, de 15 de dezembro de 1976<\/em><em>\u201d<\/em><em>.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O\u00a0art. 12 do Decreto-Lei n<sup>o<\/sup>\u00a01.598, de 26 de dezembro de 1977 estabelecia, antes da vig\u00eancia\u00a0dada pela Lei n\u00ba 12.973, de 2014), qu<em>e \u201ca receita bruta das vendas e servi\u00e7os compreende o produto da venda de bens nas opera\u00e7\u00f5es de conta pr\u00f3pria e o pre\u00e7o dos servi\u00e7os prestados\u201d. <\/em>Ap\u00f3s a vig\u00eancia da Lei n\u00ba 12.973\/14 o art. 12 do Decreto-Lei n<sup>o<\/sup>\u00a01.598, de 26 de dezembro de 1977 passou a dispor que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201c<\/em><em>a receita bruta compreende: I <\/em><em>&#8211; o produto da venda de bens nas opera\u00e7\u00f5es de conta pr\u00f3pria; II &#8211; o pre\u00e7o da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os em geral; III &#8211; o resultado auferido nas opera\u00e7\u00f5es de conta alheia; e\u00a0IV &#8211; as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jur\u00eddica n\u00e3o compreendidas nos incisos I a III\u201d.\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, os contribuintes sujeitos ao regime n\u00e3o cumulativo do PIS e da Cofins se sujeitaria a uma base de c\u00e1lculo mais ampla do que os contribuintes sujeitos ao regime cumulativo, isto \u00e9, estes deveriam recolher as contribui\u00e7\u00f5es somente sobre faturamento,\u00a0 sendo este entendido, sob a \u00e9gide do Lei n\u00b0 9.9718\/98, como a receita bruta das vendas de mercadorias, de mercadorias e servi\u00e7os e de servi\u00e7o de qualquer natureza. J\u00e1 os contribuintes sujeitos ao regime n\u00e3o cumulativo deveriam recolher os PIS e a Cofins sobre <em>\u201c<\/em><em>o total das receitas auferidas no m\u00eas pela pessoa jur\u00eddica, independentemente de sua denomina\u00e7\u00e3o ou classifica\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalizado a etapa inicial, o qual foi conceituado a base de calculo das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins, passa ao objeto deste artigo que \u00e9 demonstrar a possibilidade ou n\u00e3o da incid\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins sobre receitas de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro quesito que se apresenta \u00e9 se loca\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis pode ser considerado presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para melhor responder este quesito temos que nos ater ao posicionamento do Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordin\u00e1rio n\u00b0 116.121\/SP sobre a quest\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cLOCA\u00c7\u00c3O DE BENS M\u00d3VEIS DISSOCIADA DA PRESTA\u00c7\u00c3O DE SERVI\u00c7OS: &#8220;TRIBUTO &#8211; FIGURINO CONSTITUCIONAL. A supremacia da Carta Federal \u00e9 conducente a glosar-se a cobran\u00e7a de tributo discrepante daqueles nela previstos. IMPOSTO SOBRE SERVI\u00c7OS &#8211; CONTRATO DE LOCA\u00c7\u00c3O. A terminologia constitucional do Imposto sobre Servi\u00e7os revela o objeto da tributa\u00e7\u00e3o. Conflita com a Lei Maior dispositivo que imponha o tributo considerado contrato de loca\u00e7\u00e3o de bem m\u00f3vel. Em Direito, os institutos, as express\u00f5es e os voc\u00e1bulos t\u00eam sentido pr\u00f3prio, descabendo confundir a loca\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os com a de m\u00f3veis, pr\u00e1ticas diversas regidas pelo C\u00f3digo Civil, cujas defini\u00e7\u00f5es s\u00e3o de observ\u00e2ncia inafast\u00e1vel &#8211; artigo 110 do C\u00f3digo Documento: 6205700 &#8211; RELAT\u00d3RIO, EMENTA E VOTO &#8211; Site certificado P\u00e1gina 2 de 10 Superior Tribunal de Justi\u00e7a Tribut\u00e1rio Nacional.&#8221; (RE 116121, Relator(a): Min. OCTAVIO GALLOTTI, Relator(a) p\/ Ac\u00f3rd\u00e3o: Min. MARCO AUR\u00c9LIO, Tribunal Pleno, julgado em 11\/10\/2000, DJ 25-05-2001 PP-00017 EMENT VOL-02032-04 PP-00669)\u201d <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disto, podemos nos ater ao posicionamento da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a no Recurso Especial n\u00b0 631.547\/MG sobre a quest\u00e3o. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;TRIBUT\u00c1RIO. ISSQN. LOCA\u00c7\u00c3O DE BENS M\u00d3VEIS (EQUIPAMENTOS DE SEGURAN\u00c7A ELETR\u00d4NICA). PRONUNCIAMENTO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. DECLARA\u00c7\u00c3O DE INCONSTITUCIONALIDADE DO ITEM 79 DA LISTA DE SERVI\u00c7OS ANEXA AO DL 406\/68. MAT\u00c9RIA CONSTITUCIONAL. 1. O Pleno do Colendo Supremo Tribunal Federal concluiu o julgamento do Recurso Extraordin\u00e1rio 116.121\/SP (Rel. Min. Octavio Gallotti, DJ 25\/05\/2001), interposto por empresa de loca\u00e7\u00e3o de guindastes onde se discutia a constitucionalidade da cobran\u00e7a do ISS sobre a loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis. Decidiu-se que a express\u00e3o \u201cloca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis\u201d constante no item 79 da lista de servi\u00e7os a que se refere o DL 406\/68 (reda\u00e7\u00e3o da LC 56\/87) \u00e9 inconstitucional. Nas raz\u00f5es de decidir, frisou-se que \u201ca terminologia constitucional do imposto sobre servi\u00e7os revela o objeto da tributa\u00e7\u00e3o. Conflita com a Lei Maior dispositivo que imponha o tributo a contrato de loca\u00e7\u00e3o de bem m\u00f3vel. Em direito, os institutos, as express\u00f5es e os voc\u00e1bulos t\u00eam sentido pr\u00f3prios, descabendo confundir a loca\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os com a de m\u00f3veis, pr\u00e1ticas diversas regidas pelo C\u00f3digo Civil, cujas defini\u00e7\u00f5es s\u00e3o de observ\u00e2ncia inafast\u00e1vel&#8221;. 2. Tendo em vista o pronunciamento da Corte Maior, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel proceder \u00e0 an\u00e1lise de recurso especial que discute, em sede infraconstitucional, a mesma mat\u00e9ria: incid\u00eancia do ISSQN sobre a loca\u00e7\u00e3o de equipamentos de seguran\u00e7a eletr\u00f4nica (bens m\u00f3veis). 3. Recurso especial n\u00e3o conhecido.&#8221; (REsp 631547\/MG, Rel. Ministro JOS\u00c9 DELGADO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 15\/06\/2004, DJ 05\/08\/2004 p. 198)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, cabe concluir, com base nos dois precedentes acima, que, pelo fato da cobran\u00e7a do ISS sobre a loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis ser inconstitucional, a loca\u00e7\u00e3o de bens n\u00e3o pode ser considerada loca\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, portanto, n\u00e3o pode ser considerada presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O segundo quesito que cabe chamar a aten\u00e7\u00e3o ao leitor e responder \u00e9 se a loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis, por n\u00e3o ser considerado presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o, poder\u00e1 ser considerado fato gerador das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para responder este quesito, primeiro, temos que ater ao fato que o Superior Tribunal de Justi\u00e7a, no julgamento do Recurso Especial n\u00b0 929.521\/SP, julgado sob o rito do art. 543-C do CPC\/73, em 23\/09\/09, entendeu que <em>\u201c<\/em><em>a Contribui\u00e7\u00e3o para Financiamento da Seguridade Social \u2013 COFINS incide sobre as receitas provenientes das opera\u00e7\u00f5es de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis, uma vez que &#8220;o conceito de receita bruta sujeita \u00e0 exa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria envolve, n\u00e3o s\u00f3 aquela decorrente da venda de mercadorias e da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, mas a soma das receitas oriundas do exerc\u00edcio das atividades empresariais&#8221;. <\/em>Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>PROCESSO CIVIL. RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROV\u00c9RSIA. ARTIGO 543-C, DO CPC. TRIBUT\u00c1RIO. COFINS. LOCA\u00c7\u00c3O DE BENS M\u00d3VEIS. INCID\u00caNCIA. VIOLA\u00c7\u00c3O DO ARTIGO 535, DO CPC. INOCORR\u00caNCIA. 1. A Contribui\u00e7\u00e3o para Financiamento da Seguridade Social \u2013 COFINS incide sobre as receitas provenientes das opera\u00e7\u00f5es de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis, uma vez que &#8220;o conceito de receita bruta sujeita \u00e0 exa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria envolve, n\u00e3o s\u00f3 aquela decorrente da venda de<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>mercadorias e da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, mas a soma das receitas oriundas do exerc\u00edcio das atividades empresariais&#8221; (Precedente do STF que versou sobre receitas decorrentes da loca\u00e7\u00e3o de bens im\u00f3veis: RE 371.258 AgR, Relator(a): Min. Cezar Peluso, Segunda Turma, julgado em 03.10.2006, DJ 27.10.2006). Precedentes das Turmas de Direito P\u00fablico do STJ acerca de receitas decorrentes da loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis: AgRg no Ag 1.136.371\/PR, Rel. Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, julgado em 04.08.2009, DJe 27.08.2009; AgRg no Ag 1.067.748\/RS, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, julgado em 19.05.2009, DJe 01.06.2009; REsp 1.010.388\/PR, Rel. Ministro Teori Albino Zavascki, Primeira Turma, julgado em 03.02.2009, DJe 11.02.2009; e AgRg no Ag 846.958\/MG, Rel. Ministra Denise Arruda, Primeira Turma, julgado em 05.06.2007, DJ 29.06.2007. 2. Deveras, &#8220;a base de incid\u00eancia da COFINS \u00e9 o faturamento, assim entendido o conjunto de receitas decorrentes da execu\u00e7\u00e3o da atividade empresarial e (b) no conceito de mercadoria da LC 70\/91 est\u00e3o compreendidos at\u00e9 mesmo os bens im\u00f3veis, com mais raz\u00e3o se h\u00e1 de reconhecer a sujei\u00e7\u00e3o das receitas auferidas com a opera\u00e7\u00f5es de<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>loca\u00e7\u00e3o<\/em><em> de bens m\u00f3veis \u00e0 mencionada contribui\u00e7\u00e3o&#8221; (REsp 1.010.388\/PR, Rel. Ministro Teori Albino Zavascki, Primeira Turma, julgado em 03.02.2009, DJe 11.02.2009; e EDcl no REsp 534.190\/PR, Rel. Ministro Teori Albino Zavascki, Primeira Turma, julgado em 19.08.2004, DJ 06.09.2004). 3. Conseq\u00fcentemente, a defini\u00e7\u00e3o de faturamento\/receita bruta engloba as receitas advindas das opera\u00e7\u00f5es de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis, que constituem resultado mesmo da atividade econ\u00f4mica empreendida pela empresa. 4. O artigo 535, do CPC, resta inc\u00f3lume quando o Tribunal de origem, embora sucintamente, pronuncia-se de forma clara e suficiente sobre a quest\u00e3o posta nos autos. Ademais, o magistrado n\u00e3o est\u00e1 obrigado a rebater, um a um, os argumentos trazidos pela parte, desde que os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar a decis\u00e3o. 5. A ofensa a princ\u00edpios e preceitos da Carta Magna n\u00e3o \u00e9 pass\u00edvel de aprecia\u00e7\u00e3o em sede de recurso especial. 6. A aus\u00eancia de similitude f\u00e1tica entre os arestos confrontados obsta o conhecimento do recurso especial pela al\u00ednea &#8220;c&#8221;, do permissivo constitucional. 7. Recurso especial parcialmente conhecido e, nesta parte, desprovido. Ac\u00f3rd\u00e3o submetido ao regime do artigo 543-C, do CPC, e da Resolu\u00e7\u00e3o STJ 08\/2008. Proposi\u00e7\u00e3o de verbete sumular\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disto, cabe ressaltar que o Superior Tribunal de Justi\u00e7a sumulou esta quest\u00e3o atrav\u00e9s da S\u00famula 423 que estabelece que <em>\u201c<\/em><em>a Contribui\u00e7\u00e3o para Financiamento da Seguridade Social \u2013 Cofins incide sobre as receitas provenientes das opera\u00e7\u00f5es de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis\u201d. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, cabe concluir que, baseado na posi\u00e7\u00e3o pac\u00edfica do STJ, que as contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins incidem sobre as receitas provenientes das opera\u00e7\u00f5es de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, contrariando o entendimento do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, e chamando aten\u00e7\u00e3o ao leitor sobre alguns aspectos legais e interpretativos da incid\u00eancia das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins sobre faturamento decorrente da loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis, passo a explorar o tema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os contribuintes submetidos ao regime n\u00e3o cumulativo das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins, a partir da vig\u00eancia das leis 10.637\/02 e 10.833\/03, e que tenham receitas decorrente de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis dever\u00e1 sim pagar PIS e Cofins sobre estas receitas.\u00a0 Os pagamentos das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins sobre estas receitas d\u00e1-se pelo fato de as mencionadas leis que institu\u00edram o PIS e Cofins n\u00e3o cumulativo serem posteriores a EC n\u00b0 20\/98 que alterou o fato gerador constitucional destas contribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em contrapartida, as empresas optantes pelo recolhimento das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins pelo regime cumulativo, sob a \u00e9gide da Lei n\u00b0 9.718\/98, at\u00e9 a entrada em vigor da Lei n\u00ba 12.973\/14, somente deveria recolher PIS e Cofins sobre o faturamento entendido como decorrente da venda de mercadorias, quer da venda de mercadorias e servi\u00e7os, quer da venda de servi\u00e7os, n\u00e3o se considerando receita bruta de natureza diversa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Partindo do princ\u00edpio, conforme o Supremo Tribunal Federal decidiu no Recurso Extraordin\u00e1rio n\u00b0 116.121\/SP, que loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis n\u00e3o \u00e9 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o para fins de incid\u00eancia de ISS, esta receita tamb\u00e9m n\u00e3o pode ser considerada base de calcula para incid\u00eancia de PIS e Cofins.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante do exposto, conclui que os contribuintes que tiveram receitas decorrentes de loca\u00e7\u00e3o de bens m\u00f3veis e que est\u00e3o sujeitos ao regime cumulativo de recolhimento de PIS e Cofins, somente estar\u00e3o sujeitos ao recolhimentos de PIS e Cofins sobre esta receita \u00e0 partir da vig\u00eancia da Lei n\u00ba 12.973\/14.<\/p>\n<p>A equipe de consultores do Grupo Ciatos se coloca \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para solucionar eventuais d\u00favidas.<\/p>\n<p><strong>Quer conhecer um pouco mais sobre o <\/strong><strong>Grupo Ciatos?<\/strong><\/p>\n<p>Preencha o formul\u00e1rio abaixo que um dos Consultores\u00a0Ciatos\u00a0entrar\u00e1 em contato para agendar uma visita.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A base de c\u00e1lculo das contribui\u00e7\u00f5es PIS e Cofins \u00e9 \u00a0o faturamento mensal do contribuinte, assim considerado a receita bruta das vendas de mercadorias de servi\u00e7o de qualquer natureza. 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