A conta da importação raramente é a que aparece na proforma. Tributo, câmbio, frete, seguro, armazenagem e prazo mudam o custo final, e a decisão de comprar lá fora só faz sentido depois que esse número está fechado — não depois que a mercadoria já está no porto.
A operação é acompanhada de ponta a ponta: prospecção e auditoria de fornecedor, negociação, classificação fiscal, regime aduaneiro, câmbio e chegada ao Brasil. Nas compras na China, o desenvolvimento de fornecedor é parte do trabalho, não uma etapa terceirizada.
A integração com o jurídico, a contabilidade e o câmbio evita o erro mais comum do setor: uma operação tributariamente cara, desenhada por quem só olhava logística.